Consumir Frutas Te Deixa Mais Feliz

Estudo publicado recentemente no renomado periódico cientifico American Journal of Public Health, onde 12.385 pessoas foram acompanhadas durante dois anos sobre hábitos no consumo de frutas e sua relação com níveis de felicidade. Constatou-se que o consumo crescente de até o limite de 8 porções de frutas por dia pode levar as pessoas a uma maior sensação de felicidade e bem estar, sendo esta sensação comparada a de se conseguir um emprego depois de um longo período desempregado.

Ainda não se sabe com certeza por qual razão isso acontece, mas os pesquisadores acreditam estar relacionado aos antioxidantes presentes nas frutas e verduras.

De acordo com uma revisão da literatura cientifica publicada pela USP, todos os estudos analisando a população brasileira, mostraram uma baixa prevalência no consumo de frutas, independente da idade, ou região do país. Na Pesquisa de Orçamento Familiar 2008-2009, foi constatado que 90% dos brasileiros não consomem a quantidade de frutas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde, de 400g por dia. Outro dado importante dessa publicação, foi que um estudo realizado com crianças na região sul do Brasil (3 a 8 anos), mostrou que o consumo médio de frutas era menor que uma porção diária.

Além da grande importância do consumo adequado de frutas no tocante a saúde de crianças e adultos, cada vez mais estudos vêm comprovando que o aumento do consumo de frutas em diferentes momentos do dia pode impactar também a saúde emocional das pessoas.

Nutra-se!! Consuma comida de verdade. Quer comer um doce, manda uma banana, uma maça, uma uva passa, esqueça os pacotes!

Fitohormônios

faceSuspeitas sobre o aumento do risco de câncer e derrame deixam dúvidas sobre a eficácia do tratamento da reposição hormonal na menopausa (TRH). Muitos especialistas têm como alternativa o uso de hormônios obtidos a partir de vegetais.

Os fitohormônios são substâncias com moléculas semelhantes aos hormônios produzidos naturalmente no organismo. Eles são obtidos a partir de vegetais, principalmente soja, inhame, trevo vermelho (red clover) e cimicifuga (black cohosh). Depois de manipulados, são vendidos em forma de cápsulas e gel.

Com os fitohormônios é possível obter a estimulação hormonal mais suave, menor que a produzida com as substâncias fabricadas em laboratórios. Isso significa também menor possibilidade de ganho de peso, inchaço, problemas mamários, varizes, aumento da coagulação e formação de cistos.

Alguns estudos mostram que a TRH com fitohormônios protege contra osteoporose e doenças cardiovasculares, mas cerca de 15% das mulheres não respondem ao tratamento apenas com essas substâncias. Nesses casos, é preciso associá-los à medicação convencional, mas em menor dose que o habitual. Os benefícios da TRH com fitohormônios ainda são poucos conhecidos no Brasil. Na comunidade científica da Europa, principalmente na Alemanha e França, a terapia tem boa aceitação. E os custos mensais do tratamento são praticamente os mesmos da reposição com hormônios convencionais.

Como primeira opção em fitohormônios na menopausa, os médicos têm as plantas com maior ação estrogênica, como o trevo vermelho e a cimicifuga. Além disso, recomendam o consumo de soja duas a três vezes por dia.

Para cada sintoma da menopausa existe um tipo de fitohormônio mais adequado. Isso porque uns estimulam a produção de progesterona, outros de estrogênio. O médico indica qual fitohormônio a paciente precisa repor. Às vezes, dois ou mais tipos podem ser combinados. Para melhorar a densidade óssea, existe o inhame mexicano. Há opções para aumentar a libido, o desejo sexual, como o tribulus. Os efeitos adversos com os fitohormônios são mínimos. Às vezes ocorrem problemas intestinais.
Além do maior consumo de soja, que mostrou efeito protetor contra câncer e doenças cardiovasculares, é recomendável para as mulheres na menopausa alimentos ricos em compostos conhecidos como lignanas, comum em sementes de linhaça, trigo, aveia, milho e brócolis.

Saiba mais
Soja: Pesquisas com populações asiáticas que consomem alimentos ricos em estrogênio de soja (isoflavonas) mostram que elas tiveram redução do índice de mortalidade por câncer de mama, de endométrio e até próstata, além de menor incidência de doenças cardiovasculares e osteoporose.

Lignanas: São compostos encontrados na parede celular de vegetais, especialmente grãos integrais, legumes e sementes, principalmente linhaça. A cenoura e o brócolis também são boas fontes. Estudos mostram que os vegetais têm efeito protetor contra câncer de mama, de ovário e de útero.

Cimicifuga: É conhecida como black cohosh e também é usada para aliviar sintomas pré-menstruais, porque atua sobre o útero, aliviando as cólicas e a congestão uterina. Na menopausa, estudos dizem que alivia os calores, o colesterol e a pressão arterial.

Dong quai: É também conhecida como Angelica sinensis. Equilibra o ciclo menstrual e fortalece o útero. Na menopausa, ajuda a aliviar as ondas de calor. É rica em estrogênios naturais.

Chasteberry: É muito usada para tratar a depressão na menopausa, atuando como receptor do mensageiro químico dopamina. Ela tem ação semelhante à progesterona e, segundo pesquisas, também aumenta o desejo sexual e reduz o ressecamento vaginal na menopausa.

Alcaçuz: Também chamada licorice, é uma erva doce e contém compostos com ação semelhante ao estrogênio. Tem capacidade antiinflamatória e atua como protetora do fígado.
Prostaglandinas: Substâncias que atuam como reguladoras de alguns hormônios e na musculatura lisa de certos órgãos, destacando-se a atuação sobre o útero.

Consulte sempre sua #Nutricionista e descubra os benefícios que a alimentação pode trazer para sua saúde e da sua família!

Cuide-se! ❤

Cálcio

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O cálcio é um mineral importante para a saúde dos ossos e dentes. Além disso, auxilia o funcionamento de músculos e nervos.

Como nosso corpo não pode produzi-lo, devemos ingerir alimentos fonte do mineral diariamente, já que sua deficiência pode eventualmente causar osteoporose.

A recomendação media para adultos com idade entre 18 e 50 anos é de 1000 miligramas de cálcio por dia, já para adultos a partir de 51 anos, a recomendação é de 1200 mg/dia.

As melhores fontes do mineral são os laticínios. Um copo de leite ou iogurte contém cerca de 300 miligramas de cálcio e cada fatia de 30 gramas de queijo, aproximadamente 200 mg.

Porém, o consumo de laticínios não deve ser exagerado já que os mesmos também fornecem calorias e gordura, que podem se transformar em quilinhos extras. Para que isso não ocorra, 325 mg de sardinha contém 90 mg de cálcio como hortaliças verdes escuras. Uma xícara de espinafre contém 250 mg de cálcio, uma xícara de brócolis contém 80 mg e 325 mg de sardinhas ou 180 mg de salmão contém cerca de 90 mg.

Abaixo algumas dicas para aumentar o consume de cálcio:

1. Consuma feijão diariamente;
2. Inclua uma porção de queijo magro em sua salada ou sopa;
3. Leve um iogurte para o trabalho, faculdade ou academia e saboreie-o no intervalo;
4. Adicione leite ao chá ou café durante o café da manhã;
5. Prefira cereais fortificados com cálcio;
6. Adquira o hábito de consumir nozes e castanhas;
7. Prepare tortas e massas (como lasanha) com folhosos de cor verde escura;
8. Adicione aveia à sua vitamina;
9. Substitua nas receitas o creme de leite por leite desnatado;
10. Considere junto à seu nutricionista a possibilidade de consumo de um suplemento, caso não esteja atingindo as necessidades diárias.

Consulte sempre sua #Nutricionista e descubra os benefícios que a alimentação pode trazer para sua saúde e da sua família!

Cuide-se! ❤

Alimentos Foto Protetores

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O sol é indispensável tanto fisiologicamente, para síntese de vitamina D, quanto psicologicamente para dar aquele up e melhorar o nosso humor.

Mas a exposição ao sol sem moderação se torna o principal inimigo da pele, primeira barreira do corpo às agressões externas.
Quando exposta à luz a pele se protege dos raios ultravioletas (UV) com suas reservas em antioxidantes.
Os raios UV ativam a produção de melanina, pigmento da nossa pele, e, simultaneamente geram a produção de radicais livres que destroem os ácidos graxos das membranas celulares e alteram os tecidos conjuntivos.
A radiação solar contém raios UVA e UVB. Os raios UVB, os mais perigosos, podem provocar insolação, envelhecimento da pele, cânceres cutâneos. Menos perigosos, os raios UVA são, entretanto, igualmente responsáveis pelo envelhecimento da pele após exposições repetidas.
O bronzeamento é um fenômeno de moda, mas existem sérios riscos em se expor muito ao sol. As exposições repetidas ao sol são responsáveis por um envelhecimento prematuro da pele, por uma diminuição da sua flexibilidade e elasticidade e de um risco mais elevado de desenvolver câncer de pele.
Sozinhos, os antioxidantes são capazes de capturar esses radicais livres e proteger as estruturas biológicas da pele.
Radicais livres são átomos que tem um elétron a mais. Diz-se deste elétron que ele é livre, já que ele não acha carga elétrica oposta àquela que ele poderia se ligar. Estes radicais livres se formam no momento da ruptura de uma molécula em dois fragmentos. Em cada um deles resta um dos dois elétrons que os ligam. Ou, nos processos de respiração celular.
Um antioxidante participa da defesa da pele contra os sinais de envelhecimento ao neutralizar os radicais livres. Naturalmente presentes no corpo e na pele, os antioxidantes são moléculas estáveis das quais os radicais livres podem “roubar” seu elétron que falta. Uma vez obtido este elétron suplementar, os radicais livres são neutralizados. A fim de que não haja estresse oxidativo, é necessário estabelecer um equilíbrio entre os antioxidantes e os oxidantes (radicais livres).
Sabia que há diversos alimentos capazes de proteger a pele internamente ao reforçar suas defesas naturais por lutar contra o estresse oxidativo? Sim! Olha que maravilha! Alimentos como chá verde, cacau, melancia, laranja, tomate, cenoura, beterraba, vegetais verdes escuros, etc., devido ao alto teor em antioxidantes permitem neutralizar a ação dos radicais livres.

Entre os antioxidantes fornecidos pela alimentação estão a vitamina C, a vitamina E, os carotenoides, os glucosinolatos, os polifenóis, os flavonoides, as catequinas e as isoflavonas.

Viu como a alimentação é determinante em diversas situações. Consulte sempre sua nutricionista e descubra os benefícios de diversos alimentos e o que eles podem fazer pela sua saúde e da sua família!
Ah, a ingestão de alimentos denominados solares não dispensa, em nenhum caso, a utilização de bloqueadores e filtros solares.
Cuide-se! ❤

Comemorações e Controle do Peso

faceVocê “aproveita” a desculpa da festa, do aniversário, do casamento ou do jantar de amigos para cometer excessos à mesa? Você celebra mais a comilança que o anfitrião ou ocasião? Pode parar já com isso!!!

Sim, o “sabor” de uma refeição acompanhada por um espírito de festa, alegria e celebração desafia-nos a resistir aos excessos e optar por uma escolha mais equilibrada.

Comemorar nem sempre é fácil para quem precisa controlar o peso. Exagerar é quase certo no meio de tanta abundância das jantaradas, dos natais, das férias, dos batizados, dos casamentos, ou qualquer evento onde há mais variedade de pratos e iguarias do que é habitual.

Minha sugestão para você não cair nessa armadilha é (nesta ordem):

  1. Não chegue faminta (o) para a festa (caso aconteça, tome um suco de tomate ou uma sopa…);
  2. Faça um levantamento do que há no “banquete” antes de servir-se;
  3. Aviste as saladas e/ou legumes. Prefira-os;
  4. Escolha de antemão o que vai querer comer e provar;
  5. Seja a última pessoa a servir-se (se possível);
  6. Sirva-se de uma só vez (com essas escolhas “estudadas”);
  7. Olhe bem para o seu prato (nós comemos com os olhos!) e contente-se com essa quantidade e variedade;
  8. Saboreie ao máximo cada garfada (uma vez engolida a comida deixa de ter sabor!)

Assim saberá a quantas está, mesmo que depois queira servir-se mais, o que é provável, apesar de poder ser indesejável em termos calóricos. De outro modo poderá perder a conta, no meio do entusiasmo e da conversa…

E lembre-se de que comer um excesso de calorias poderá contribuir para a sua preocupação habitual com o controle do peso… E então lá se vai o suposto bem-estar!

Portanto, comemore sem comer-“more”! “Talk-more” (conversar de boca cheia não dá), “dance-more” (gasta calorias extra), e “smile-more”, que assim a festa vai ser muito melhor!

Consulte sempre sua #Nutricionista e descubra como a alimentação pode transformar a sua vida.

Cuide-se! ❤

O Que É Taumatina?

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A taumatina é a substância mais doce conhecida (cerca de 3 mil vezes mais doce que o açúcar), um potente adoçante com capacidade de mascarar sabores residuais indesejáveis de inúmeras substâncias, incluindo adoçantes artificiais.

Foi documentada pela primeira vez em 1855 pelo cientista W.F. Daniell, que a descreveu como um poderoso adoçante e realçador do sabor e aroma em alimentos e bebidas locais.

Consiste em uma proteína vegetal natural (presente principalmente na fruta Katemfe ou Thaumatococcus daniellii) composta por uma sequência de 207 aminoácidos. Uma das razões pela qual a taumatina é considerada uma substância segura deve-se ao fato de ser digerida pelo corpo humano seguindo o metabolismo normal de outras proteínas naturais.

A taumatina é um edulcorante extremamente estável. Sua estrutura molecular resiste a elevadas temperaturas e também ao baixo pH de certos alimentos.

No Brasil, foi aprovada como um edulcorante não-calórico em 2008, pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e é identificado na indústria alimentícia com as siglas E 957.

Alguns estudos científicos e toxicológicos demonstram a inocuidade da taumatina à saúde do homem. Portanto, pode ser consumida por todos, incluindo os diabéticos, fenilcetonúricos, gestantes etc., sem restrições a qualquer grupo populacional.

Consulte sempre sua #Nutricionista e descubra como preparar diversos alimentos e os benefícios de que eles podem trazer para sua saúde e da sua família!

Cuide-se! ❤

Intolerância a Carboidratos Complexos

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Carboidratos complexos são uma excelente fonte de energia, ricos em vitaminas, sais minerais e fibras.

Todavia, algumas pessoas são intolerantes à tais alimentos, como feijões, grãos, legumes, vegetais e frutas. Esta intolerância leva a sintomas desconfortáveis e desagradáveis, tais como flatulências, distensões, dores, cólicas abdominais diarreias.

Os pacientes sentem-se embaraçados quanto a algum desses sintomas e frequentemente hesitam em buscar ajuda. Parte dos pacientes com queixas possuem intolerância aos carboidratos complexos e, entender que a formação dos gases é um resultado esperado do processo digestivo, que é comum à maioria das pessoas, torna-os capazes de conversar sobre sua condição e de fazer escolhas apropriadas para tratar – mais que meramente mascarar – os sintomas.

Conscientes de que os carboidratos complexos causam graus variáveis de distúrbios gastrintestinais e da sua existência de tratamentos disponíveis para tal, os pacientes sentem-se mais seguros para acertar uma dieta balanceada e saudável, rica em carboidratos complexos, a qual tem seus benefícios aproveitados.

O diagnóstico de intolerância aos carboidratos complexos vegetais, ou simplesmente intolerância a rafinose, é essencialmente clínico. Não há qualquer exame que o confirme. Uma anamnese pormenorizada, focando cada um dos grupos alimentares contendo os oligossacarideos da família da rafinose,  sintomas após ingestão dos mesmos ou na ausência deles, a ritmicidade e periodicidade das refeições, a sazonalidade com os dias da semana ou períodos do ano conforme habito dietético próprio, familiar ou cultural e etc., são parâmetros significativos para embasamento diagnóstico. Parte dos pacientes traz consigo essas observações de causalidade, porém outros começam a percebê-las após estes questionamentos minuciosos e retornam com seus relatos auxiliam no diagnóstico e, consequentemente, na melhor abordagem para o alívio dos sintomas.

A orientação dietética somada à reposição enzimática é a abordagem racional para esta enfermidade.

Procure sua nutricionista. Cuide-se!